segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Evanescence





Evanescence


é uma banda de metal alternativo dos Estados Unidos, vencedora de dois Grammy Awards, formada em Little Rock, Arkansas em 1995 pela cantora e pianista Amy Lee e o guitarrista Ben Moody.[1][2]
Depois de gravar dois EPs e um álbum demo chamado de Origin, com a ajuda da Bigwig Enterprises em 2000, a banda lançou o seu primeiro álbum de estúdio, Fallen, com a Wind-up Records em 2003. Fallen vendeu mais de 15 milhões de cópias em todo o mundo e ajudou a banda ganhar dois Grammy Awards.[3] Um ano mais tarde, a banda Evanescence lançou o seu primeiro álbum ao vivo, Anywhere but Home, que vendeu 1 milhão de cópias em todo o mundo. Em 2006, a banda lançou o seu segundo álbum de estúdio, The Open Door, que vendeu mais de 5 milhões de cópias.[4]
A banda sofreu várias alterações ao longo do tempo, incluindo o co-fundador Moody deixando a banda em 2003, o baixista Will Boyd em meados de 2006, seguido pelo guitarrista John LeCompt e o baterista Rocky Gray em 2007. Amy Lee é agora a única membro original restante na banda Evanescence.
Em junho de 2009, Amy Lee postou no site oficial da banda que eles estão trabalhando em novo material para um álbum proposto para 2010.[4]
Índice
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História

O início: 1995–2001
No ano de 1994, em Little Rock, Arkansas, inicia-se a história da banda Evanescence. Ben Moody, com apenas quatorze anos de idade, participava de um acampamento para jovens promovido pela igreja local. Enquanto Ben acompanhava uma partida de basquetebol, percebeu do outro lado do ginásio, num palco, uma garota cantando e tocando ao piano a introdução da canção "I'd Do Anything for Love", do músico americano Meat Loaf.
A jovem, com apenas treze anos, que havia mudado-se recentemente com sua família para Little Rock, chamava-se Amy Lynn Lee. Seus pais, preocupados com o seu isolamento social, haviam encaminhado a garota para aquele acampamento, afim de que pudesse fazer amizades e integrar-se entre os jovens cristãos da cidade. Mas Amy passava horas ao piano e pouco se interessava em conhecer os demais participantes.
Ao ouvi-la tocando, Ben Moody atravessou a quadra em direção à garota, ao aproximar-se, apresentou-se. Logo começaram a conversar; Amy mostrou a Ben algumas composições de sua autoria e concluíram que tinham a mesma tendência musical. Assim, Ben convenceu Amy a formarem uma banda. A banda, que até aquele momento era formada por apenas Ben, que fazia guitarras, baixo e arranjos eletrônicos; e Amy, responsável pelo piano e vocais; passaram por vários nomes como Childish Intentions e Strycken até resolverem chamar a banda de Evanescence, que significa "desaparecimento" (do verbo latino "evanescere", que significa "desaparecer"). O nome agradou Lee, porque segundo ela "é misterioso e sombrio, e coloca uma imagem na mente das pessoas".[5][6]

Da esquerda para direita: John LeCompt, Amy Lee, Terry Balsamo, Rocky Gray, e Tim McCord.
Influênciados pelo som de artistas como Danny Elfman, Type O Negative, Portishead e Sarah McLachlan, uma das primeiras composições gravadas pela dupla chama se "Understanding", que é definida pelo guitarrista, Ben Moody, como "um gótico ridículo de sete minutos". Mesmo assim, uma emissora de rádio de Little Rock, a KABF, passou a tocá-la num programa co-apresentado por Brad Caviness. Através desta divulgação, a Evanescence foi ganhando reputação e logo tornaram-se conhecidos em Little Rock. Apesar disso, por falta de condições para pagar outros músicos, a dupla ainda não tinha feito nenhuma apresentação ao vivo.
Entre 1997 e 1998, a Evanescence lança demos que levavam apenas quatro faixas, incluindo "October". O primeiro EP, lançado em dezembro de 1998 pela gravadora Bigwig Enterprises, leva o próprio nome da banda, Evanescence EP; e conta com as participações de William Boyd, Matt Outlaw e Rocky Gray.
Este trabalho, que trazia apenas sete faixas, foi lançado na primeira apresentação ao vivo realizada em um bar chamado Vino’s, em Little Rock. Todas as cem cópias disponibilizadas para venda esgotaram-se na mesma noite da apresentação. Com a popularidade fortalecida, porém, conhecida apenas regionalmente, a banda produz e lança em agosto do ano seguinte, mais um EP, "Sound Asleep EP", além de "Give unto Me", trás mais cinco faixas. Mas a gravadora produziu apenas cinquenta cópias. A partir deste momento, a Evanescence já contava com músicos para suas apresentações ao vivo; David Hodges, John LeCompt e Rocky Gray. O próximo trabalho já começa a ser preparado.
A gravadora Bigwig Enterprises decide investir nos jovens e talentosos músicos de Little Rock. O repertório foi cuidadosamente montado com treze faixas, entre elas, "My Immortal" e "Imaginary". Origin foi produzido por Brad Caviness e lançado em novembro de 2000 numa edição com 2500 cópias. Além de Ben e Amy, David Hodges, como baterista, tornou-se integrante oficial. Também participaram das gravações William Boyd, Bruce Fitzhugh, Stephanie Pierce e um grupo composto por quatro vozes femininas que fez coral em "Field of Innocence".
Desse modo, a Evanescence, aos poucos, conquistava seu espaço e uma maturidade musical das bandas veteranas. Mas ainda faltava um golpe de sorte que lhes desse a oportunidade de se projetar por toda a América. Isto aconteceu quando o produtor e executivo da gravadora Wind-Up Records, de Nova York, Peter Mathews, conheceu o trabalho da banda em um estúdio de Memphis, Tennessee. Era o detalhe que faltava. Peter apresentou os jovens músicos à gravadora e o contrato foi assinado. Wind-Up e Evanescence trabalharam durante dois anos montando o repertório do primeiro álbum.

Fallen: 2002–2003
Ver artigo principal: Fallen
Fallen, gravado em Los Angeles, trouxe onze faixas em seu repertório, a maioria composta pelo trio Amy Lee, Ben Moody e David Hodges. Nas gravações deste trabalho, David assumiu o piano e teclado.

Amy Lee e Ben Moody em um show em Barcelona em 2003.
A maior parte da produção ficou por conta de Dave Fortmann, mas Ben e Jay Baumgardner também cooperaram em "Bring Me to Life" e "My Immortal", respectivamente. Além dos músicos da banda, Francesco DiCosmo e Josh Freese participaram da gravação. A vendagem deste álbum foi de 16 milhões de discos no mundo inteiro[7].
Fallen foi o disco que definitivamente lançou a banda para o mundo e que rendeu muitos dólares e reconhecimento. Neste momento, a formação já estava estabilizada, com os amigos John LeCompt (guitarra), Rocky Gray (bateria) e Will Boyd (baixo), e pronta para percorrer o mundo em turnês.
Em apenas seis semanas o álbum vendeu mais de 1 milhão de cópias e conquistou o disco de platina. As canções "Bring Me to Life" e "My Immortal" foram inclusas na trilha sonora do filme "O Demolidor" (Daredevil), fato que contribuiu muito para a popularidade da banda. Ainda, as quatro primeiras faixas de Fallen ganharam uma versão videoclipe: "Going Under", "Bring Me to Life", "My Immortal" e "Everybody's Fool".
Em 24 de outubro de 2003, durante uma turnê européia, Ben Moody anuncia seu desligamento da banda, alegando diferenças criativas.[8][9] A notícia foi recebida com perplexidade e decepção pelos fãs. Os motivos que levaram Ben a tomar esta atitude não ficaram muito claros. Por um tempo, os integrantes evitavam tocar no assunto. Mas um tempo depois, Amy declarou que a "sintonia" entre eles já não era como antes e, para o bem da banda, um deles tinha que sair. Amy disse também que Ben foi mesquinho ao abandoná-los em plena turnê.
Para seu lugar, o guitarrista do Cold, Terry Balsamo foi convidado para acompanhá-los até o fim das apresentações.[10] Logo depois Terry Balsamo assumiu oficialmente o lugar de Ben, sendo efetivado no início de 2004. Amy Lee diz ter sido por causa da amizade que Terry criou com a banda e pelos elogios dos integrantes em suas apresentações, mais ainda pelo fato de Amy ter conhecido o potencial que Terry tinha para compor. Ben deu continuidade em sua carreira musical produzindo e gravando com outros artistas.
No ano de 2004 a popularidade da Evanescence foi ampliada e a banda mostrou à mídia e aos fãs que a saída de Ben Moody não atrapalhou a carreira. Até fevereiro, somente nos Estados Unidos, Fallen já tinha vendido mais de 4 milhões de cópias. Premiações como os diversos Grammys europeus; além de várias indicações e outros tantos prêmios conquistados na imprensa especializada, fizeram a rotina da banda naquele ano. Porém, boatos em torno do suposto namoro de Amy e Ben, contribuíram, negativamente, para uma maior exposição do grupo na mídia.

Anywhere but Home: 2004–2005
Ver artigo principal: Anywhere but Home
Em novembro de 2004, foi lançado pela mesma gravadora o CD e DVD gravado em Paris Anywhere but Home. O DVD contém treze faixas e os quatro videoclipes, além de quase uma hora de bastidores. O CD contém as treze faixas do DVD e um bônus, a canção "Missing" gravada em estúdio. Neste mesmo ano tiveram início os boatos sobre o próximo álbum.

[editar] The Open Door: 2006–2009
Ver artigo principal: The Open Door
Em seguida, Amy processa seu empresário Dennis Rider, por assédio sexual e o guitarrista Terry Balsamo tem um acidente vascular cerebral. Apesar dele ter se recuperado rapidamente, isto adiou o lançamento do álbum seguinte. Apenas no início de 2006, a banda confirmou o lançamento para o dia 3 de outubro e divulga seu nome: The Open Door (em português A Porta Aberta).
Pouco antes de seu lançamento, Will Boyd decide sair da banda, afirmando que precisa passar mais tempo com a família. Ele é substituído às pressas por Tim McCord. Pouco depois, a banda lança o primeiro single deste álbum, "Call Me When You’re Sober".

Evanescence em show no Le Zénith, Paris em 2004.
O álbum tem a maioria das músicas compostas por Amy e Terry e é um álbum mais pessoal e maduro, nas palavras de Amy, o que não deixou de agradar os fãs no mundo inteiro.
O álbum, que até o momento vendeu mais de sete milhões de cópias mundialmente[11], ficou mais de cem semanas na lista dos álbuns mais vendidos da Billboard[12], e ganhando um disco de platina nos Estados Unidos, além da classificação de "Álbum do Ano" na Austrália[11].Em plena semana de estréia, nos Estados Unidos, foram vendidos até às 14:48 de 10 de outubro de 2006 cerca de 407.883 mil cópias do disco[13], o que foi suficiente para o álbum estrear em primeiro lugar na BillBoard e permanecer em primeiro por três semanas. Na sua segunda semana, aproximadamente 725 mil cópias foram vendidas. Em 8 de novembro de 2006, a banda ganhou um disco de platina nos Estados Unidos[14]. De acordo com o United World Chart, The Open Door vendeu 1,758,797 milhões de cópias só nos Estados Unidos até 11 de julho de 2007[15] e 4.63 milhões mundialmente até 24 de março de 2007 [16].
Em maio de 2007, Amy Lee despede John LeCompt da banda, pois, segundo ela, ele se preocupava com o seu projeto alternativo, a banda Machina. Rocky Gray também sai da banda, sem uma explicação[17]. Expecula-se que ele saiu devido ao seu amigo, John, ter sido despedido. Então os dois retomam o Machina. São arranjados substitutos provisórios para eles, Will Hunt como baterista e Troy McLawhorn como guitarrista.
Em julho, é anunciado o nome do quarto single e clipe do The Open Door, desta vez a faixa escolhida foi a "Good Enough", última faixa do álbum. O clipe oficial, saiu em 10 de setembro de 2007, tem 4:44 ao todo, e tem efeitos especiais. No dia 18 de junho de 2008, Amy Lee se apresentou no evento NMPA onde foi premiada por suas composições, segundo fãs presentes, Amy tocou as canções "Lithium" e uma nova canção escrita por ela, apelidada pelos fãs de Wait Forever, isso fez com que muitos fãs ficassem entusiasmados com a esperança de um novo álbum.

[editar] Novo álbum: 2010
Em junho de 2009, Amy Lee postou no site oficial da banda que eles estão trabalhando em novo material para um álbum proposto para 2010. Ela escreveu ainda que este álbum será uma evolução do trabalhos anteriores e será "melhor, mais forte, e mais interessante".[4]
Em agosto de 2009, Tim McCord confirmou pelo MySpace que Evanescence vai vir ao Brasil para se apresentar em uma das noites do Maquinária Festival, em Outubro do mesmo ano. Logo mais, Amy Lee postou no Forum da Banda.
"Vocês, fãs do Brasil, são uns dos nossos melhores e mais loucos fãs, que a gente simplesmente decidiu ir!" - declarou Amy no fórum oficial da banda.

[editar] Em outras mídias

John LeCompt, ex-guitarrista da Evanescence.
No início de 2005, a canção "Breathe no More" é inclusa na trilha sonora do filme Elektra. Este foi um ano difícil para a Evanescence. Inicialmente, o americano Trevin Skeens processa a gravadora, afirmando que comprou o DVD Anywhere but Home e se sentiu ofendido com a canção "Thoughtless" (música da banda Korn) devido a alguns termos usados na música, tais como palavrões. Skeens exigiu uma indenização de 57 mil dólares.
Amy Lee disse ter escrito uma música para o filme As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe), mas que foi recusada, por ser "pesada". "Eu escrevi uma música para o filme, que eu amo muito, mas ela foi rejeitada pela produção. Eles disseram que a música era "muito dark" e ‘muito épica’, eu pensei sobre isso e decidi que não vou prejudicar minha arte por nada", comentou Amy Lee no Evboard, um fórum virtual americano utilizado pela banda para manter contato com os fãs sobre novidades.[18] Outra música supostamente feita para o filme, foi "Lacrymosa".[19] Os produtores do filme, entretanto, refutaram a sua alegação, afirmando que esta informação era "novidade para eles", e que nenhuma música da Evanescence tinha sido planejada para inclusão na trilha sonora.[20]

Estilo musical
Classificar o estilo musical de qualquer banda atualmente é um problema, que não se limita apenas à banda Evanescence. Publicações como o New York Times, Rough Guides, Rolling Stone, Blender e The Metal Observer identificaram a Evanescence como gothic metal,[21][22][23][24][25], embora outras fontes como NME, MusicMight, IGN e Popmatters à denominou como gothic rock.[26][27][28][29]. Eles foram comparados com uma variedade de bandas de diferentes gêneros, como o nu metal de conjuntos como P.O.D. e Linkin Park,[30][31] gothic metal de grupos como Lacuna Coil e Within Temptation[32][33], e metal sinfônico como o Nightwish[34]. Outros gêneros e influências são utilizados para descrever o som da banda que incluem metal alternativo[27][35], rock alternativo[27][36], hard rock[27] e post-grunge.[37]
Porém, o primeiro álbum oficial da banda, Fallen, foi ligeiramente diferente dos trabalhos anteriores da mesma, motivo que levou muitos fãs a afirmarem que seu estilo mudou muito. O som passou a ser "dinâmico", rápido, o que levou muitos a classificarem tal álbum como comercial. É exatamente nessa fase que a banda recebe o rótulo de nu metal, e também por ter recebido influências de outras como Korn, que pertence a esse estilo. Em entrevista à MTV, o ex-integrante Ben Moody chegou também a afirmar que a banda era um nu metal com pegadas góticas. Mais do que definir Fallen e The Open Door, a Evanescence também faz misturas de eletrônica em seu som, utilizando sintetizadores e programadores, que pode ser ouvido em várias músicas, especialmente "Anything for You", "Haunted", "Tourniquet", "Going Under" e "Snow White Queen".
Inicialmente promovidos em lojas cristãs, por terem suas músicas vendidas em lojas de música do gênero, a banda deixou claro que não querem ser considerados parte do gênero rock cristão. Quando perguntado pela Billboard em 2006 se a Evanescence foi uma "banda cristã", Amy Lee respondeu que tudo isso já era passado, e que era coisa de Moody.[38][39]
Integrantes
Amy Lee - vocal, piano, teclado (1995—presente)
Terry Balsamo - guitarra (2003—presente)
Tim McCord - baixo (2006—presente)

Ex-integrantes
David Hodges - teclado, piano, bateria, vocal de apoio (19992002)
Ben Moody - guitarra (1995—2003)
Will Boyd - baixo (2002—2006)
John LeCompt - guitarra ritmica, vocal de apoio (20012007)
Rocky Gray - bateria, percussão (2001—2007)

Membros de turnê
Stephanie Pierce – vocal de apoio (1999)
Francesmo DiCosmo – baixo (2003)
Josh Freese – bateria, percussão (2003)
David Eggar – violoncelo (2006)
Will Hunt - bateria, percussão (2007)
Troy McLawhorn - guitarra ritmica (2007)

Discografia
Ver página anexa: Discografia de Evanescence
Álbuns de estúdio
2003 - Fallen
2006 - The Open Door
Demos
2000 - Origin
EPs
1998 - Evanescence EP
1999 - Sound Asleep EP
2003 - Mystary EP
Álbuns ao vivo
2004 - Anywhere but Home

Prêmios e indicações
Grammy Awards
Ano
Trabalhos indicados
Prêmios
Resultado
2004
Evanescence
Melhor Artista Revelação
Venceu[40]
"Bring Me to Life"
Melhor Permormance de Hard Rock
Venceu[40]
Fallen
Álbum do Ano
Indicado[40]
Fallen
Melhor Álbum de Rock
Indicado[40]
"Bring Me to Life"
Melhor Canção de Rock
Indicado[40]
2005
"My Immortal"
Melhor Performance Pop por umDuo ou Grupo com Vocal
Indicado[41]
2008
"Sweet Sacrifice"
Melhor Permormance de Hard Rock
Indicado[42]
MTV EMA Awards
Ano
Trabalhos indicados
Prêmios
Resultado
2003
"Bring Me to Life"
Melhor Canção
Indicado
Evanescence
Melhor Grupo
Indicado
Evanescence
Melhor Ato Revelação
Indicado
2006
Evanescence
Melhor Rock
Indicado
2007
Evanescence
Rock Out
Indicado

Bibliografia
Berelian, Essi. The Rough Guide to Heavy Metal. Londres: Rough Guides, 2005. 1-84353-415-0

Referências
1,0 1,1 OutoftheShadows.com. Amy's Story. Página visitada em 2008-07-04.[ligação inativa
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Fuoco, Christina. = amg&sql = 11:uhjm7i53g72r~T1 AllMusic (((Evanescence > Biografia))). AllMusic.com.
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11,0 11,1 The Daily Telegraph.
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[4]
Gittelson, Gerry. "Rock act Evanescence on the rocks". Los Angeles Daily News. 2007-05-04.
Lee, Amy (2 de dezembro de 2005). EvBoard - A Bunch Of Stuff!!!.
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The New Zealand Herald. "Wardrobe closed to Evanescence singer". 27 de novembro de 2007. (página da notícia visitada em 20-08-2008)
"A NIGHT OUT WITH: Amy Lee; The Goth Candidate". New York Times. 8 de fevereiro de 2008. (página da notícia visitada em 2009-02-22)
Berelian 2005, p. 114
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Lacuna Coil: Karmacode (12 de maio de 2006). Página visitada em 2008-04-29.
Chamberland, Mathieu (30 de dezembro de 2004). Within Temptation: The Silent Force. The Metal Observer. Página visitada em 2008-08-20.
Begrand, Adrien (24 de janeiro de 2005). Nightwish: Once / Over the Hills and Far Away. PopMatters. Página visitada em 2008-08-20.
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Thompson, Ed (4 de outubro de 2006). Evanescence - The Open Door review. IGN. Página visitada em 2009-02-20.
Fuoco, Christina. Evanescence. Allmusic. Página visitada em 2009-02-20.
Billboard via NineMSN.com.au. "Evanescence leader Lee unlocks 'Door'". 12 de setembro de 2006. (página da notícia visitada em 2007-03-27)
Resposta de Lee para a Billboard: "Can we please skip the Christian thing? I'm so over it. It's the lamest thing. I fought that from the beginning; I never wanted to be associated with it. It was a Ben thing. It's over."
40,0 40,1 40,2 40,3 40,4 46th Grammy Awards - 2004. RockontheNet.com.
47th Grammy Awards - 2005. RockontheNet.com.
50th Grammy Awards - 2008. RockontheNet.com.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

akon


Aliaune Badara Akon Thiam[1], mais conhecido como Akon, (St. Louis, 30 de abril de 1973)[2][3] é um cantor de R&B e hip hop americano de origem senegalesa e wolof[4], também é compositor, rapper e produtor musical. Akon chegou à fama em 2004 após o lançamento de seu single "Locked Up", do seu álbum de estreia Trouble. Seu segundo álbum, Konvicted, foi indicado para o Grammy Award juntamente com o single "Smack That". Ele é o fundador da Konvict Muzik e Kon Live Distribution. Ele é conhecido por realizar trabalhos com vários artistas, tendo mais de 155 participações, e 23 canções registradas nos gráficos da Billboard Hot 100. Ele é o único artista a conseguir ficar ao mesmo tempo em primeiro e em segundo lugares simultaneamente nos gráficos da Billboard Hot 100, duas vezes, com "Don't Matter" e "The Sweet Escape".[5] Akon é filho do percussionista de jazz, Mor Thiam e fala inglês, francês e wolof. Carreira Nome e idade O nome completo de Akon é Aliaune Badara Akon Thiam[6], anunciado por ele próprio. Algumas fontes dizem que seu nome é Aliaune Thiam,[7] e fontes como a Associated Press tem relatado que ele tenha nascido em 1973. Documentos legais divulgados pela The Smoking Gun lista seu nome como Aliaune Thiam Damala e a data de nascimento 30 de abril de 1973[8], ou 16 de abril de 1973[9]. Quando lhe perguntaram a sua idade durante uma entrevista com a revista Vibe, Akon declaradamente respondeu: A única coisa que eu escondo é a minha idade... antes que eu minta para você, eu prefiro não dizer nada.[10] Desde então, foi confirmado que em sua certidão de nascimento consta que ele nasceu em 1977. Antecedentes Akon é filho do percussionista senegalês Mor Thiam. Ele nasceu em St. Louis, Missouri, e viveu em Dakar, Senegal até os 7 anos de idade, na infância dividiu o seu tempo entre Senegal e Estados Unidos, até que aos 15 anos mudou-se permanentemente para Jersey City, Nova Jersey[11]. Ele gravou sua primeira canção, "Operations of Nature", com quinze anos. Akon começou a escrever e gravar suas canções em seu estúdio particular. As fitas o levaram a ser contratado pela SRC/Universal, que Akon lançou seu álbum de estreia Trouble, em junho de 2004. A maioria das canções de Akon começa com o som da cela de uma prisão e um celular com ele dizendo a palavra "Konvict." O seu nome artistico tem o som das palavras "A con", abreviatura coloquial para "A convict", que significa "Um condenado" (pela justiça). 2004-2005 O álbum solo de estreia de Akon, Trouble, foi lançado em 29 de junho de 2004. Destaques para os singles "Locked Up" e "Lonely", bem como "Belly Dancer (Bananza)", "Pot of Gold" e "Ghetto". Akon cumpriu um período de três anos de prisão por um grande assalto, uma experiência que inspirou a música "Locked Up".[7] Locked Up alcançou o top 10 nos Estados Unidos. Seu gerente Robert Montanez foi baleado e morto após um litígio em Nova Jersey, em dezembro de 2005. "Ghetto" tornou-se um hit de rádio, quando foi remixado por Green Lantern para incluir versos de lendários rappers como 2Pac e The Notorious B.I.G. Em 2005, ele lançou o single "Lonely". A música alcançou o top cinco na Billboard Hot 100, e alcançou os topos na Austrália, no Reino Unido e na Alemanha. Em 2005, Akon ganhou mais popularidade após ter participado do álbum de estreia de Young Jeezy, Let's Get It: Thug Motivation 101, com a canção "Soul Survivor", que tornou-se um hit entre os cinco principais da Billboard Hot 100. [editar] 2006-2007 O segundo álbum de Akon, intitulado Konvicted, foi lançado em 14 de novembro de 2006, neste álbum incluíram participações de Eminem, Snoop Dogg e Styles P. No final de agosto de 2006, Akon lançou o primeiro single deste álbum, "Smack That" com a participação de Eminem. Este single atingiu o segundo lugar na Billboard Hot 100, durante cinco semanas consecutivas. O vídeo da música "Smack That" foi dirigida por Raymond Garced. "I Wanna Love You", o segundo single, foi lançado em setembro de 2006, trata-se de uma parceria entre Akon e Snoop Dogg. Este foi o primeiro single de Akon a chegar na primeira posição da Billboard Hot 100, e Snoop o segundo. "I Wanna Love You" conseguiu nos Estados Unidos a posição por duas semanas consecutivas. Em janeiro de 2007, Akon lança seu terceiro single "Don't Matter", que lhe valeu seu primeiro número um solo e o segundo consecutivo pelo Hot 100. O quarto single, "Mama Africa" foi lançado em maio de 2007. "Sorry, Blame It on Me" é o quinto single do álbum, foi lançado em agosto de 2007 e estreou na sétima posição no Hot 100. A canção não está disponível no álbum original, mas sim na parte Deluxe Edition de Konvicted, que saiu em 28 de agosto de 2007. O sexto e último single deste álbum só foi confirmado em uma entrevista por Akon, "Never Took the Time".[12] Konvicted estreou na segunda posição no Billboard 200, vendendo 286,000 cópias em sua primeira semana. Após seis semanas do lançamento, Konvicted vendeu mais de um milhão de cópias nos Estados Unidos e mais de 1,3 milhões em todo o mundo. O álbum foi certificado platina depois de sete semanas, e depois de dezesseis semanas, foi certificada dupla platina. Konvicted permaneceu no topo da Billboard 200 vinte vezes durante 28 semanas consecutivas, em que atingiu no máximo a segunda posição, em quatro ocasiões diferentes. Em 19 de novembro de 2007, a RIAA certifica Konvicted álbum de platina tripla, com três milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos. O álbum já vendeu mais de quatro milhões em todo o mundo. Em 5 de outubro de 2006, Akon quebrou um recorde no Hot 100, ele conseguiu a maior subida na tabela nos 48 anos de história da parada musical, com a canção "Smack That", saltou da 95ª posição para a 7ª. O salto é acompanhado pela sua 6ª posição na estreia no Hot Digital Songs com 67.000 downloads. O recorde já foi quebrado várias vezes. Em dezembro de 2006, Akon com "Smack That" foi indicado para a categoria de "melhor colaboração de rap/canto" no 49º Anual Grammy Awards, mas perdeu para Justin Timberlake e T.I. com "My Love". No dia 7 de julho de 2007 Akon participou do Live Earth Concert, New York City do Live Earth. [editar] 2008-presente Akon é o produtor executivo do quarto álbum de estúdio de K

Carreira

Nome e idade

O nome completo de Akon é Aliaune Badara Akon Thiam[6], anunciado por ele próprio. Algumas fontes dizem que seu nome é Aliaune Thiam,[7] e fontes como a Associated Press tem relatado que ele tenha nascido em 1973. Documentos legais divulgados pela The Smoking Gun lista seu nome como Aliaune Thiam Damala e a data de nascimento 30 de abril de 1973[8], ou 16 de abril de 1973[9].

Quando lhe perguntaram a sua idade durante uma entrevista com a revista Vibe, Akon declaradamente respondeu: A única coisa que eu escondo é a minha idade... antes que eu minta para você, eu prefiro não dizer nada.[10] Desde então, foi confirmado que em sua certidão de nascimento consta que ele nasceu em 1977.

Antecedentes

Akon é filho do percussionista senegalês Mor Thiam. Ele nasceu em St. Louis, Missouri, e viveu em Dakar, Senegal até os 7 anos de idade, na infância dividiu o seu tempo entre Senegal e Estados Unidos, até que aos 15 anos mudou-se permanentemente para Jersey City, Nova Jersey[11]. Ele gravou sua primeira canção, "Operations of Nature", com quinze anos. Akon começou a escrever e gravar suas canções em seu estúdio particular. As fitas o levaram a ser contratado pela SRC/Universal, que Akon lançou seu álbum de estreia Trouble, em junho de 2004. A maioria das canções de Akon começa com o som da cela de uma prisão e um celular com ele dizendo a palavra "Konvict."

O seu nome artistico tem o som das palavras "A con", abreviatura coloquial para "A convict", que significa "Um condenado" (pela justiça).

2004-2005

O álbum solo de estreia de Akon, Trouble, foi lançado em 29 de junho de 2004. Destaques para os singles "Locked Up" e "Lonely", bem como "Belly Dancer (Bananza)", "Pot of Gold" e "Ghetto". Akon cumpriu um período de três anos de prisão por um grande assalto, uma experiência que inspirou a música "Locked Up".[7] Locked Up alcançou o top 10 nos Estados Unidos. Seu gerente Robert Montanez foi baleado e morto após um litígio em Nova Jersey, em dezembro de 2005.

"Ghetto" tornou-se um hit de rádio, quando foi remixado por Green Lantern para incluir versos de lendários rappers como 2Pac e The Notorious B.I.G. Em 2005, ele lançou o single "Lonely". A música alcançou o top cinco na Billboard Hot 100, e alcançou os topos na Austrália, no Reino Unido e na Alemanha. Em 2005, Akon ganhou mais popularidade após ter participado do álbum de estreia de Young Jeezy, Let's Get It: Thug Motivation 101, com a canção "Soul Survivor", que tornou-se um hit entre os cinco principais da Billboard Hot 100.

2006-2007

O segundo álbum de Akon, intitulado Konvicted, foi lançado em 14 de novembro de 2006, neste álbum incluíram participações de Eminem, Snoop Dogg e Styles P. No final de agosto de 2006, Akon lançou o primeiro single deste álbum, "Smack That" com a participação de Eminem. Este single atingiu o segundo lugar na Billboard Hot 100, durante cinco semanas consecutivas.

O vídeo da música "Smack That" foi dirigida por Raymond Garced. "I Wanna Love You", o segundo single, foi lançado em setembro de 2006, trata-se de uma parceria entre Akon e Snoop Dogg. Este foi o primeiro single de Akon a chegar na primeira posição da Billboard Hot 100, e Snoop o segundo. "I Wanna Love You" conseguiu nos Estados Unidos a posição por duas semanas consecutivas.

Em janeiro de 2007, Akon lança seu terceiro single "Don't Matter", que lhe valeu seu primeiro número um solo e o segundo consecutivo pelo Hot 100. O quarto single, "Mama Africa" foi lançado em maio de 2007. "Sorry, Blame It on Me" é o quinto single do álbum, foi lançado em agosto de 2007 e estreou na sétima posição no Hot 100. A canção não está disponível no álbum original, mas sim na parte Deluxe Edition de Konvicted, que saiu em 28 de agosto de 2007. O sexto e último single deste álbum só foi confirmado em uma entrevista por Akon, "Never Took the Time".[12] Konvicted estreou na segunda posição no Billboard 200, vendendo 286,000 cópias em sua primeira semana.

Após seis semanas do lançamento, Konvicted vendeu mais de um milhão de cópias nos Estados Unidos e mais de 1,3 milhões em todo o mundo. O álbum foi certificado platina depois de sete semanas, e depois de dezesseis semanas, foi certificada dupla platina. Konvicted permaneceu no topo da Billboard 200 vinte vezes durante 28 semanas consecutivas, em que atingiu no máximo a segunda posição, em quatro ocasiões diferentes. Em 19 de novembro de 2007, a RIAA certifica Konvicted álbum de platina tripla, com três milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos. O álbum já vendeu mais de quatro milhões em todo o mundo.

Em 5 de outubro de 2006, Akon quebrou um recorde no Hot 100, ele conseguiu a maior subida na tabela nos 48 anos de história da parada musical, com a canção "Smack That", saltou da 95ª posição para a 7ª. O salto é acompanhado pela sua 6ª posição na estreia no Hot Digital Songs com 67.000 downloads. O recorde já foi quebrado várias vezes.

Em dezembro de 2006, Akon com "Smack That" foi indicado para a categoria de "melhor colaboração de rap/canto" no 49º Anual Grammy Awards, mas perdeu para Justin Timberlake e T.I. com "My Love". No dia 7 de julho de 2007 Akon participou do Live Earth Concert, New York City do Live Earth.

2008-presente

Akon é o produtor executivo do quarto álbum de estúdio de Kardinal Offishall, intitulado Not 4 Sale, que foi lançado em 9 de setembro de 2008. O primeiro single oficial do álbum foi "Dangerous", com a participação de Akon.

Em 2 de dezembro de 2008 foi lançando seu terceiro álbum de estúdio Freedom, sendo lançados três singles; "Right Now (Na Na Na)", "I'm So Paid" (com Lil Wayne e Young Jeezy) e "Beautiful" (com Kardinal Offishall e Colby O'Donis).

ardinal Offishall, intitulado Not 4 Sale, que foi lançado em 9 de setembro de 2008. O primeiro single oficial do álbum foi "Dangerous", com a participação de Akon. Em 2 de dezembro de 2008 foi lançando seu terceiro álbum de estúdio Freedom, sendo lançados três singles; "Right Now (Na Na Na)", "I'm So Paid" (com Lil Wayne e Young Jeezy) e "Beautiful" (com Kardinal Offishall e Colby O'Donis).

Little Susie Michael Jackson





Somebody killed Little Susie
The girl with the tune
Who sings in the daytime at noon
She was there screaming
Beating her voice in her doom
But nobody came to her soon

A fall down the stairs
Her dress torn
Oh, the blood in her hair
A mystery so sullen in air
She lie there so tenderly
Fashioned so slenderly
Lift her with care
Oh, the blood in her hair

Everyone came to see
The girl that now is dead
So blind stare the eyes in her head
And suddenly a voice from the crowd said
This girl lived in vain
Her face bear such agony, such strain

But only the man from next door
Knew Little Susie, now he cried
As he reached down
To close Susie's eyes
She lie there so tenderly
Fashioned so slenderly
Lift her with care
Oh, the blood in her hair

It was all for God’s sake
For her singing the tune
For someone to feel her dispair
To be damned to know hoping is dead
And you’re doomed
Then to scream out
And nobody’s there

She knew no one cared

Father left home
Poor mother died
Leaving Susie alone
Grandfather’s soul too had flown
No one to care
Just to love her
How much can one bear
Neglecting the needs in her prayers

Neglection can kill
Like a knife in your soul
Oh, it will
Little Susie fought so hard to live
She lie there so tenderly
Fashioned so slenderly
Lift her with care
So young and so fair

Morte de Michael Jackson foi homicídio causado por intoxicação aguda - delegado de saúde


Los Angeles, Califórnia. 28 Ago (Lusa) - O delegado de saúde de Los Angeles afirmou hoje que a morte do "rei da pop" Michael Jackson foi um homicídio causado, principalmente, por dois medicamentos.
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Num comunicado divulgado hoje, o delegado de saúde disse que a causa da morte foi uma intoxicação aguda causada pelo anestésico Propofol. Outros sedativos contribuíram para a morte, sobretudo o Lorazepam.

O delegado de saúde não divulgou todo o relatório da autópsia de Jackson, por questões de segurança, a pedido das autoridades de Los Angeles.

A Morte de Michael Jackson parte 2


RIO - O cantor Michael Jackson, de 50 anos, morreu na tarde desta quinta-feira, após sofrer um ataque cardíaco em Los Angeles (UCLA). Ele passou mal em sua casa durante a tarde à tarde e foi levado para o hospital. O astro chegou a receber massagem cardíaca para reanimação dentro da ambulância. Exames toxicológicos serão feitos no corpo do astro e um boletim ainda será divulgado com as informações exatas da causa da morte, ocorrida às 14h, horário local (18h em Brasília).

Em declarações à "CNN", Brian Oxman, advogado da família do cantor, sugeriu que Michael Jackson pode ter abusado de remédios prescritos. Segundo o advogado, Michael estava tomando remédios para lesões em uma vértebra e em uma perna, resultado de uma queda no palco durante ensaios para os show em Londres.

- Se alguém acredita que o caso de Anna Nicole Smith (ex-modelo que morreu em 2007 por uma overdose de medicamentos) foi um abuso (de remédios), isso não é nada comparado com o que ocorreu na vida de Michael Jackson - afirmou Oxman.

caraíbas on-line: A Morte de Michael Jackson

caraíbas on-line: A Morte de Michael Jackson

A Morte de Michael Jackson

Michael Jackson foi um ícone de gerações. Seu sucesso atingiu o céu, sua carreira baixou ao inferno, sua vida nunca foi na Terra, e agora morto, desapareceu para sempre. Nascido em Gary, nos EUA, começou a cantar com 5 anos como líder do Jackson 5 (lê-se diéquisson faive).

Entretanto não iremos relembrar sua vida, sua vida de Britney Spears macho, iremos falar da sua morte. Michael Jackson morreu de repente, ninguém esperava, muito menos Caju e Castanha. Morreu engasgado no quarto de um hotel na cidade de Alice, WL, nos Estados Unidos.

Milhões de fãs em todo o mundo choraram, Bush prestou condolências, as crianças na África pararam de sentir fome por um dia em respeito ao líder do pop, Bono ganhou o recheio banco-preto meio a meio, Obina fez um gol para ele, Mickey dançou aquele passinho ridículo, Bóris Yeltsin não fez nada e a Hebe chorou.

Michael Jackson para sempre será um exemplo de como não se deve levar a vida. Um grande papel.